Happy Ride

"Happy Ride" by PC Silva

“Happy Ride” by PC Silva
Porto, Portugal | April’15

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16 thoughts on “Happy Ride

  1. Mais uma excelente fotografia para o conjunto das fotos de eléctricos. gosto do nome do passeio 🙂 é de gente alegre à nossa volta que andamos a precisar…todos os pormenores são preciosos. Já nem sei o que diga…é tudo tão bom! Parabéns.
    1 bj

    • O passeio alegre é na foz do Douro. e é um sitio onde as pessoas normalmente estão alegres… até porque é difícil ficar lá triste! 😉
      Obrigado Rute!

  2. Happy!?
    Happy só mesmo o Alegre que é passeio… Até ao eléctrico já lhe falta um farolim.
    🙂

    Não tenho nenhuma boa história para contar como a do paulofski. Não ando a atravessar a a 2a circular como a Ana… Enfim… Sou uma pessoa triste sem história.
    Por isso é que “vingo-me” ao ver as fotografias do pessoal. Para ficar “happy” como esta fotografia.
    🙂

    Agora noto que este comentário é um bocado estúpido e nonsense. Mas para uma sexta-feira, após um longo dia de trabalho, daqueles dias de trabalho desmotivantes… é o que se arranja.
    😀

    • tanto negativismo logo agora que o JJ foi para o “Saportem” 🙂 estajamos contentes e felizes! porque vamos recuperar o que é nosso por direito… que comece a presúria! 😀

  3. He He He!… Também acho…
    E por estas bandas, hoje até se deu um passeio bem alegre… da Luz… para Alvalade…
    Que só vai dar alegrias a todos os dragõezinhos…
    Nem 6 mesitos dou ao Pastilhas. para estar ao pé do Abrunho… perdão… Bruno. Estão muita bem, um para o outro…
    Ambos ao mais alto nível!!! Em bom!…
    E por aqui… como habitual, uma imagem também em bom… ao mais alto nível! Mas no seu verdadeiro sentido, mesmo…
    De uma definição, e riqueza de detalhes impressionantes!
    Bjs
    Ana

  4. Isto faz-me recordar um episódio electrisante e quase fatídico. Uma bela tarde nos idos oitentas, na única vez que tentei o submundo da “gunisse”, atrelado ao sobrelotado 19 que saía do Castelo do Queijo. Desafiado por um amigo, salto para o bicho e coloco um dos pés num ferro e firmemente agarro-me ao sarilho, a que enrola o cabo. Pois ia-me metendo num rico sarilho! É que o eléctrico acelerava e transferia toda a sua energia cinética no meu corpo. O peso da toalha molhada que carregava na mochila puxava-me para baixo, as sandálias escorregavam, os braços resistiam mas mãos latejavam de dor. “Vou cair”, pensava, enquanto as lágrimas escorriam-me pelo meu rostoe não era o vento! O sarilho metálico cortava-me os dedos e aos poucos ia perdendo as forças. Até que, como que por milagre, a janela do eléctrico desceu e abruptamente de lá de dentro duas vigorosas mãos saíram para me agarram os braços, puxando-me para cima e me segurarem até o eléctrico finalmente parar na Avenida da Boavista.

    Adoro eléctricos.

  5. O ano passado, em Lisboa, fui dar uma voltinha de eléctrico, para matar saudades!

    Amei a foto. É a primeira vez que vejo uma foto tirada tão perto do eléctrico.

    Beijinhos.

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